A busca pelo autoconhecimento conta com uma série de obstáculos, mas é um dos pontos fundamentais para aqueles que pretendem entender a si mesmos e, a partir daí, descobrir suas verdadeiras qualidades, capacidades, bem como os pontos que devem ser melhorados. Esse foi o pensamento da Product Owner, Daiane Silva de Araújo, de 29 anos, ao buscar o Instituto Ideah.
“Sempre me interessei por esse assunto de ‘cabeça’ e comportamento. Em uma conversa com uma amiga, que iniciou a formação de Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL), conheci o Instituto e nasceu a curiosidade. Quando ela fez o Leader Training e contou um pouco dos resultados, na hora pensei: ‘preciso disso e algumas pessoas próximas a mim também’”, afirma Daiane, lembrando da chegada no Ideah. “Fui muito bem recebida, me explicaram sobre o instituto, os treinamentos e ainda me convidaram para assistir uma aula de PNL. Ali fui picada pelo bichinho do Ideah e o do autoconhecimento”.
Antes de buscar o Instituto, Daiane já havia tentado outras soluções para “resolver alguns problemas internos” que considerava ter, mas, não obteve sucesso. “Quando fiz o Leader Training percebi que tinha muito mais coisas a resolver do que imaginava. Já com o Practitioner descobri que só conseguiria me sentir bem e me resolver se me conhecesse melhor. Foi o que eu fiz. Abri meu coração, minha mente e me permiti. Hoje aproveito os benefícios. Mudei hábitos, me deparei com crenças limitantes que carreguei de outras pessoas. Hoje, sinto que sou mais paciente, afetuosa e empática. Engraçado que a felicidade era algo que achava que só conseguiria sentir se tivesse coisas materiais, afeto de determinadas pessoas e dinheiro em abundância. Entendi com os treinamentos que é preciso respirar, sentir como sou feliz e que dependo de mim mesma para me sentir bem. Os treinamentos foram portas que se abriram, mas desbravar o que há dentro dessas portas dependeu exclusivamente mim”, diz ela, que também participou do treinamento “Renascendo com Amor”, que faz a pessoa voltar ao útero materno e entender alguns padrões de comportamento, dando um novo significado a eles.
Mas, ela não só enfrentou flores no caminho, mas, também, várias pedras, algumas delas bem pesadas. “Tinha uma pedra que, na verdade, era um pedregulho e que me limitava em muitas coisas. No treinamento do Gaivota consegui pegar esse pedregulho com as mãos e colocar ele no lugar dele. Depois disso muita coisa mudou na minha vida. Passar por um renascimento, ver e sentir minha missão de vida está fazendo com que eu jogue várias crenças limitantes na gaveta e consiga ser uma pessoa melhor. Com o treinamento também surgiu a paixão em ajudar pessoas. Durante esse período várias pessoas muito especiais, que nunca tinha visto, passaram pela minha vida, e com um abraço consegui acalmar o coração delas. Ajudar amigos a encontrar recursos para seguir adiante e fazer as perguntas corretas para que pessoas consigam encontrar as próprias respostas é algo incrível”, revela Daiane.
Agora que encontrou a própria essência, descobriu qualidades que tinha e não usava em sua plenitude e que está mais pronta para enfrentar as situações do dia a dia, Daiane se mostra agradecida por tudo que o Ideah proporcionou. “A palavra gratidão era algo que não tinha no meu vocabulário, porque achava que era algo muito forte para ser dita. Mas, é pisar no Ideah que é a palavra que mais sai da minha boca. Sou muito grata pelas pessoas, pelos profissionais, pelas histórias, pelos corações, pelos amigos que fiz, e também pelos ensinamentos da Programação Neurolinguística, que me fez uma pessoa melhor”, conclui.

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