A consagrada escritora americana, Jill Churchill, ficou conhecida por cunhar a frase: “não há como ser uma mãe perfeita, mas há um milhão de maneiras de ser uma boa mãe”. Uma das formas é atingindo a inteligência emocional. No mês em que é celebrado o Dia das Mães, o diretor do Instituto Ideah William Ferraz, mostra como o aprimoramento nesse conceito ajuda as mães a enfrentar os medos e também a sanar as dúvidas e as diversas incertezas de estar no caminho correto.

“Por muitos anos, a inteligência de um indivíduo foi avaliada pelo valor do QI (Quociente de Inteligência). Porém, estudos feitos mostraram que algumas características emocionais eram essenciais. Assim surgiu um novo conceito que evidencia que o sucesso, seja no trabalho ou mesmo na criação dos filhos, consiste no produto da somatória do QI com o Quociente Emocional (QE)”, explica. Ainda segundo ele, para chegar a esse objetivo a mãe precisa, primeiro de tudo, encontrar o equilíbrio entre trabalho, a vida social e a família, ou os problemas irão aparecer em algum momento. Para obter este equilíbrio, entretanto, é necessário o domínio das principais emoções do ser humano (medo, tristeza, alegria e raiva). “Só assim ela se tornará uma verdadeira líder e apta a ajudar o seu filho, auxiliando na identificação de fatores limitantes e potenciais subutilizados”, revela.

William também aponta que uma mãe emocionalmente inteligente não tem dificuldades de se relacionar com os filhos de forma harmoniosa e produtiva. “Essa mãe persiste quando está frente a um novo desafio, não desistindo nas primeiras dificuldades. Consegue superar seus sentimentos de frustração quando alguma coisa não dá certo e procura aprender com as experiências negativas. Consegue expressar suas opiniões de forma clara e se sente segura diante do julgamento das outras pessoas”, comenta.

A boa notícia é que a inteligência emocional pode ser adquirida ou melhorada, apenas cultivando hábitos e atitudes simples. Um deles é compartilhando mais seus sentimentos com outras mães ou amigos, o que faz com que novas percepções sejam descobertas. A mãe também deve aprender com os erros e tirar as lições das frustrações. Por fim, é importante escutar mais o filho, sabendo aceitar suas particularidades, já que um dos primeiros passos para a inteligência emocional é compreender que as pessoas são diferentes.

Artigo escrito pela equipe da Hayai Assessoria de Imprensa e Comunicação

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