A dor da perda é algo imensurável. De uma hora para outra a pessoa é tomada por uma avalanche de emoções e não há nada que se possa fazer ou dizer que seja capaz de amenizar esse sofrimento. Porém, a vida de quem fica continua e as pessoas que passam por esse momento precisam arrumar forças para seguir em frente. No mês dos Finados, o especialista em Programação Neurolinguística (PNL) e diretor do Instituto Ideah, William Ferraz, fala de atitudes que podem ser tomadas para lidar com a perda.

“A partida de um ente querido é, sem dúvida, uma das mais intensas dores. Para piorar, durante a nossa jornada muitas serão as vezes que teremos que lidar com perdas irreparáveis, seja de amores, familiares ou amigos. Diante disso, cabe a nós buscarmos internamente saídas para seguir a vida, e a PNL conta com subsídios importantes para ajudar nessa luta. A intenção não é que a ferida seja extinta, mas, que as pessoas troquem o luto pela superação, fazendo com que tenham a capacidade de continuar sem tristeza ou mágoa, mas somente com as boas lembranças”, revela ele.

Uma das saídas apontadas pelo especialista é cultivar as boas recordações com a pessoa que faleceu. “Através de algumas técnicas é possível reprogramar o cérebro e trazer à mente somente boas lembranças ao lado da pessoa que faleceu. Com essa atitude a pessoa evita de passar por uma série de malefícios que acompanham a perda de um ente querido, entre eles, doenças como a depressão, além de sentimentos comuns como a solidão, o pensamento suicida e a baixa autoestima”, comenta.

Todas as técnicas aplicadas na PLN, segundo William, se utilizam apenas dos recursos já existentes dentro das pessoas, que serão trabalhados para enfrentar as situações desafiadoras e reverter os sentimentos ruins. “Há outras atitudes que devem ser tomadas, como a pessoa se libertar da culpa. É muito comum quem fica se sentir culpado por ter deixado de dizer ou fazer alguma coisa. Sempre fica uma sensação que erros foram cometidos nessa relação. Essa culpa deve ser superada. Também é importante encontrar formas para ser feliz novamente, mesmo com o sofrimento, se dedicando a coisas que gosta, ou que traga distração. Buscar novos caminhos ou ir atrás dos sonhos também ajudam e trazem conforto nesse momento. A ideia principal da PNL para estes casos é a pessoa aprender a extrair o que há de positivo, enxergar o lado bom e usá-lo em seu próprio proveito, o que tornará a situação mais suportável”, explica.

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