Depressão é uma doença crônica e, diferente do que muitas pessoas imaginam, não ocorre somente em adultos, mas também em crianças e adolescentes. Números da Organização Mundial da Saúde (OMS) dão conta que, na última década, a proporção de atingidos é a mesma nas diferentes faixas etárias. Mas, o que faz com que adolescentes, que deveriam descobrir a vida de maneira prazerosa, acabem passando por essa situação e muitas vezes cheguem até o ponto de perder a vontade de viver?

Uma das explicações pode ser encontrada na Programação Neurolinguística (PNL), que é baseado em experiências e comportamentos que esclarecem como o cérebro e a mente funcionam para construir crenças, pensamentos e emoções. De acordo com o especialista em PNL e diretor do Instituto Ideah, William Ferraz, o cérebro humano está programado, desde o nascimento, para captar informações a todo o momento, construindo registros que ficarão armazenados na mente. Essa programação, porém, é feita através de experiências significativa. Assim, um único evento ruim pode gerar uma programação que permanecerá ao longo dos anos, criando a chamada crença limitante que pode, inclusive, levar a depressão.

“Algumas frases ditas pelos pais, às vezes, sem mesmo perceber, como ‘você não merece’ ou ‘faz tudo errado’ acabam ficando impressas no subconsciente da criança, levando, quando adultas, a sentimentos de baixa autoestima, insegurança e falta de autoconfiança. A depressão nada mais é do que um acúmulo dessas crenças limitantes, que acabam impedindo a melhora e a cura das pessoas”, afirma ele, completando: “É muito comum as crianças formarem inconscientemente essas limitações que vão trazer prejuízos quando adultos. Essas crenças são apresentadas como ‘imprints’, que, basicamente, é uma memória que é formada numa idade inicial”, comenta.

Diante disso é necessário, segundo William, que as pessoas tomem medidas urgentes para evitar a depressão, entendendo que há outro lado cheio de possibilidades e que só assim passarão a enxergar novamente os aspectos positivos da vida, como as conquistas, relações e experiências. “O mais importante é descobrir essas crenças e ressignificá-las com o propósito de mudar o curso da vida em direção das realizações desejadas. Em alguns momentos, esquecemos de que somos nós mesmos que comandamos a nossa mente. Assim é necessário valorizar as próprias qualidades, já que isso dá coragem para tratar os sentimentos negativos que acabam dominando, tirando a felicidade e levando a um quadro depressivo. Com técnicas de PNL, porém, é possível tirar esses traumas e promover mudanças comportamentais significativas”, conclui.

Artigo escrito pela equipe da Hayai Assessoria de Imprensa e Comunicação Integrada

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