A tecnologia é parte integrante do dia a dia da maioria das pessoas e cada vez mais cedo as crianças estão acessando este recurso seja por computadores, tablets e smartphones. Os smartphones são como extensões do corpo, pela facilidade, acompanham a todo e qualquer lugar. As crianças estão tendo acesso ao uso da tecnologia já nos primeiros anos de vida e de forma exagerada, e com isto uma carga alta de estímulos sonoros, visuais e sensoriais.

A consequência é a aceleração na velocidade e qualidade do pensamento.

É fato que este recurso trouxe um grande avanço, rompeu barreiras culturais, sociais e de distâncias. Uma aliada no desenvolvimento.

Atualmente, o que tem preocupado é que as crianças passam boa parte do tempo conectada a estes equipamentos tecnológicos fazendo a utilização exagerada ocasionando danos físicos, sociais e psicológicos. As crianças estão desenvolvendo tendinite e obesidade, pois estão ficando cada vez mais rápidas no manuseio dos teclados e sedentárias com o uso e facilidades que a tecnologia traz. Estão apresentando baixa concentração, principalmente nas atividades escolares, conexão distorcida entre o mundo real e virtual; isolamento social, relações estão se tornando superficiais e deficientes na troca de emoções.

Elas estão se tornando alienadas e ansiosas. O mundo real não mais atrai a atenção das crianças e com isto encontram dificuldades na socialização e concentração. O uso desmedido da tecnologia, deixando de lado, interações sociais presenciais, estão deixando as crianças ansiosas, sempre buscando por facilidade e praticidade, querem aprender demais, buscam comunicação mais rápida, alimentação instantânea, relações rápidas, abraços rápidos, olhares inexistentes ou frios, sem conexão com o real.

Muita habilidade em interações digitais e baixíssima habilidade em interações pessoais. Pouca conversa com os pais e toda a família, se preocupam em registrar o momento e não em curtir o momento. Elas estão presentes, mas, ausentes…

Todos estes impactos podem ser evitados com a vigilância, acompanhamento e educação dos pais e educadores, ou as relações se tornarão cada vez mais superficiais, alienadas e principalmente sem o desenvolvimento da gestão das emoções.

A consequência na fase da adolescência e até a fase adulta, será a desconexão com a sua essência. O Instituto Ideah trabalha em seus treinamentos de alto impacto o reconexão do seu Eu, propiciando ferramentas para a Inteligência Emocional e a identificação de recursos para o resgate das relações reais.

Carla Arima – Psicóloga e Terapeuta do Instituto Ideah

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