É comum algumas pessoas se sentirem tristes, para baixo e até deprimidas ao se depararem com o começo de um novo dia, com as obrigações e a retomada da rotina. Esse sentimento, porém, não pode ser encarado com tanta normalidade, já que pode ser um sinal de que algo precisa ser repensado, ou mesmo, uma demonstração clara que seja o momento de encerrar um ciclo, para só assim ser possível iniciar outro.

Pessoas nessa situação, normalmente, estão em um ponto que não sabem nem mesmo o caminho que querem e devem seguir. Mesmo diante desse cenário é necessário alguns questionamentos antes de decidir se deve ou não mudar drasticamente a vida, entre eles: O que eu quero? Onde quero chegar? Qual o meu objetivo? No que acredito e o que valorizo? O que faço profissionalmente atualmente está coerente com o que valorizo e acredito? A mudança vai me aproximar do meu objetivo? A partir dessas respostas, a pessoa deve estabelecer um objetivo, ter metas bem específicas e a partir daí começar a identificar os principais passos até chegar onde realmente quer e quais as mudanças precisarão ser feitas.

Se o problema estiver concentrado na vida profissional, a pessoa deve imaginar qual cargo ou posição deseja alcançar, já que esse foco será o topo da escada, com a atualidade representando o primeiro degrau e os passos seguintes o caminho que deve seguir até o topo. A partir daí é necessário identificar o que será preciso para ocupar aquele cargo, além de quais são as habilidades, comportamentos, competências, conhecimentos ou certificações específicas para chegar até lá. É importante ainda estudar o nível de inteligência emocional necessário e quais os lugares e ambientes que uma pessoa nesta posição frequenta. Por fim, também é importante entender quais as mudanças a serem feitas para alcançar o objetivo. Dessa forma é possível especificar os degraus para chegar ao topo, que será o caminho para a felicidade e a realização pessoal.

Geralmente, sair da zona de conforto costuma amedrontar as pessoas, causando ansiedade e nervosismo. Porém, por trás do que se é hoje, dos comportamentos, da rotina, de todo o contexto, há muitos benefícios, mesmo que não perceptíveis. O medo pode ser muito saudável quando usado para preparações e riscos futuros. Pessoas que chegaram onde queriam também tiveram medo, mas só agiram para não deixar que ele tomasse conta e paralisasse as ações. “O medo pode estar intimamente ligado a algum trauma imputado ou herdado; ou uma crença limitante; ou mesmo quando a pessoa acredita que algum benefício deixará de existir se mudar. Por isso, para passar com sucesso por uma fase de mudança é indispensável que esse momento seja bem planejado, para que os riscos sejam minimizados e aumentem as chances de sucesso”, revela a master coach Rose Sales, do Instituto Ideah.

Ainda segundo a especialista, permanecer e insistir em um ciclo que já está se fechando é altamente desgastante e causa sofrimento, assim, é preciso aceitar que as coisas na vida se modificam e que o que era bom ontem talvez não seja o ideal hoje. “Recomeçar e reinventar são atitudes que devem ser exploradas com coragem e determinação”, conclui.

Artigo escrito pela equipe da Hayai Assessoria – Agência de soluções em comunicação voltada para pequenas empresas e profissionais liberais.

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